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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

'NÃO VOU DESISTIR DAS ROSAS...'



Faço um poema como meu jardineiro faz a rosa:
porque rosas são rosas, não precisam de nada.

O momento que a vida cria para me contemplar
com restos de esperanças de amor sem limites,
levo-os na alma foragida ao mais além de mim.

Despejo-o no ouvido de Deus meu hospedeiro.
Deixo-me desatinar pelo meu louco de aluguel,
implorando para que ao menos o último bafejo
da brisa passageira seja um beijo de presente
para as rosas do meu jardim...


Afonso Estebanez
(Presente de Natal/2008 a todas as almas
femininas que durante este ano honraram
como “deusas” o solo virtual desta página)
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

'NÃO VOU DESISTIR DAS ROSAS...'



Faço um poema como meu jardineiro faz a rosa:
porque rosas são rosas, não precisam de nada.

O momento que a vida cria para me contemplar
com restos de esperanças de amor sem limites,
levo-os na alma foragida ao mais além de mim.

Despejo-o no ouvido de Deus meu hospedeiro.
Deixo-me desatinar pelo meu louco de aluguel,
implorando para que ao menos o último bafejo
da brisa passageira seja um beijo de presente
para as rosas do meu jardim...


Afonso Estebanez
(Presente de Natal/2008 a todas as almas
femininas que durante este ano honraram
como “deusas” o solo virtual desta página)
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