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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

'Canto a Vida!'



Canto as manhãs do mundo
Que se anunciam lentas
Recostadas no horizonte
Ausentes como eu.
Por ser filha dos prados,
Venho de jardins inventados pela bruma
Tal musica que envenena as madrugadas
Sou o murmúrio do silêncio
Atravessando o peito ressequido
Purificando-me no bailado das cores
Que rasgam a dor
De um céu cor de chumbo!


Conceição Bentes
Publicado no Recanto das Letras em 27/12/2008
Código do Texto: T1354700
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

'Canto a Vida!'



Canto as manhãs do mundo
Que se anunciam lentas
Recostadas no horizonte
Ausentes como eu.
Por ser filha dos prados,
Venho de jardins inventados pela bruma
Tal musica que envenena as madrugadas
Sou o murmúrio do silêncio
Atravessando o peito ressequido
Purificando-me no bailado das cores
Que rasgam a dor
De um céu cor de chumbo!


Conceição Bentes
Publicado no Recanto das Letras em 27/12/2008
Código do Texto: T1354700
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