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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

HOJE... FRAGMENTOS



Na solidão de mim
Onde sonhos transformaram em desertos
Onde emoções e sentimentos foram
Represados no silencio do meu eu
Entre trovões alados
Relâmpagos cadentes
Choveu
Uma chuva fria
Do pranto dos olhos meus
Que rolando pela minha face
Já entardecida pelo sofrimento
Buscou desaguar no mar do adeus
Hoje...
Somente hoje
Libertei destes fragmentos meus.

Rô Lopes

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

'VÉU - DIVISOR DO TEMPO'



Pus-me a passear no bosque
Sol_rindo pássaros em festa cantando
Sentei numa pedra olhando em derredor
Contemplei a natureza enamorando

Aquilatei retratos do passado
Quadros da vida pintados como a pincel
De momentos lindos guardados

Naveguei no horizonte da vida
Feliz entre flores no recanto
Revivi telas nas paredes d_alma
Ditosa e não sabia o quanto

Lágrimas benditas verteram dos olhos
E nas curvas da memória
Vi que no tempo não fiquei parada
Que existir não é só vida é historia

Saí dalí o sol já poente
Agradecendo a natureza bela acolhida
Sobracei no caminho flores silvestres
Revendo a vida... Que vida linda!

Caminhando na relva
Entoei suave canção ao vento
Senti paz naquele remanso
Vendo estrelas reluzirem no firmamento

Enlevada com a paz sentida
Corri vagando ao léu
Comparei passado presente imaginei futuro
Horas doiradas... Rasgou o véu

Véu...
Divisor do tempo!
Historia.


Rô Lopes
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

HOJE... FRAGMENTOS



Na solidão de mim
Onde sonhos transformaram em desertos
Onde emoções e sentimentos foram
Represados no silencio do meu eu
Entre trovões alados
Relâmpagos cadentes
Choveu
Uma chuva fria
Do pranto dos olhos meus
Que rolando pela minha face
Já entardecida pelo sofrimento
Buscou desaguar no mar do adeus
Hoje...
Somente hoje
Libertei destes fragmentos meus.

Rô Lopes

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

'VÉU - DIVISOR DO TEMPO'



Pus-me a passear no bosque
Sol_rindo pássaros em festa cantando
Sentei numa pedra olhando em derredor
Contemplei a natureza enamorando

Aquilatei retratos do passado
Quadros da vida pintados como a pincel
De momentos lindos guardados

Naveguei no horizonte da vida
Feliz entre flores no recanto
Revivi telas nas paredes d_alma
Ditosa e não sabia o quanto

Lágrimas benditas verteram dos olhos
E nas curvas da memória
Vi que no tempo não fiquei parada
Que existir não é só vida é historia

Saí dalí o sol já poente
Agradecendo a natureza bela acolhida
Sobracei no caminho flores silvestres
Revendo a vida... Que vida linda!

Caminhando na relva
Entoei suave canção ao vento
Senti paz naquele remanso
Vendo estrelas reluzirem no firmamento

Enlevada com a paz sentida
Corri vagando ao léu
Comparei passado presente imaginei futuro
Horas doiradas... Rasgou o véu

Véu...
Divisor do tempo!
Historia.


Rô Lopes