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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

REENCONTRO COM O POEMA




Minha vida vazia de memória talvez
não possa provar que já fui pastor de rios,
sentinela de colinas, mirante das fortalezas
nas ameias das neblinas...

Nem que é por mim que à noite os ventos
vêm chorar sobre as ruínas...

Mas a escassa memória
numa simples foto antiga que o tempo
virou do avesso casualmente revelado,
garante o prenúncio de um recomeço
capaz de trazer de volta o sonho à mente
de que é possível às águas de um riacho
refazer seu curso de volta aos cantares
primitivos da nascente...

... se for por causa do amor
esse meu "pão nosso" de cada dia
que mata a fome de minha flor
e me deixa em estado de pânico
infinito de alegria...

Afonso Estebanez
(Poema dedicado à notável amiga
Arlete Genervam de Paiva)
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

REENCONTRO COM O POEMA




Minha vida vazia de memória talvez
não possa provar que já fui pastor de rios,
sentinela de colinas, mirante das fortalezas
nas ameias das neblinas...

Nem que é por mim que à noite os ventos
vêm chorar sobre as ruínas...

Mas a escassa memória
numa simples foto antiga que o tempo
virou do avesso casualmente revelado,
garante o prenúncio de um recomeço
capaz de trazer de volta o sonho à mente
de que é possível às águas de um riacho
refazer seu curso de volta aos cantares
primitivos da nascente...

... se for por causa do amor
esse meu "pão nosso" de cada dia
que mata a fome de minha flor
e me deixa em estado de pânico
infinito de alegria...

Afonso Estebanez
(Poema dedicado à notável amiga
Arlete Genervam de Paiva)
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