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domingo, 4 de janeiro de 2009

'NUMA POESIA PURA'



O bramir do verde mar
O vento insistente a soprar
Pingos de chuva a ressoar
Numa úmida manhã
No lago coaxam as rãs
Diversos patos grasnando
Alguns canários cantando
Com uma imensa doçura
São os fonemas da natura
Numa poesia pura.

Walter Dimenstein
30-07-2002
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domingo, 4 de janeiro de 2009

'NUMA POESIA PURA'



O bramir do verde mar
O vento insistente a soprar
Pingos de chuva a ressoar
Numa úmida manhã
No lago coaxam as rãs
Diversos patos grasnando
Alguns canários cantando
Com uma imensa doçura
São os fonemas da natura
Numa poesia pura.

Walter Dimenstein
30-07-2002
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