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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

“Sem esperanças”


A noite se aproxima,
e com ela, o vento frio da dor.
Nem sei o que mais temo,
se à noite, ou o novo amanhecer...
Tudo é igual...
Sempre a sensação de perda,
da falta de esperança
que para mim não renascerá,
pois já não há tempo... Eu te perdi!
Dentro de mim te busco desesperadamente,
na lembrança da tua pele, da tua boca,
do teu sorriso...
Mas só encontro o mesmo frio,
do medo e da solidão,
que preenchem o vazio que você deixou.
Se eu pudesse, transformaria essa dor em canto!
Um canto cheio de nostalgia,
de tristeza e desesperança...
Um canto de apenas três acordes:
- Dor, saudade e solidão!

Regina Helena
Fortaleza (Ceará)
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008

“Sem esperanças”


A noite se aproxima,
e com ela, o vento frio da dor.
Nem sei o que mais temo,
se à noite, ou o novo amanhecer...
Tudo é igual...
Sempre a sensação de perda,
da falta de esperança
que para mim não renascerá,
pois já não há tempo... Eu te perdi!
Dentro de mim te busco desesperadamente,
na lembrança da tua pele, da tua boca,
do teu sorriso...
Mas só encontro o mesmo frio,
do medo e da solidão,
que preenchem o vazio que você deixou.
Se eu pudesse, transformaria essa dor em canto!
Um canto cheio de nostalgia,
de tristeza e desesperança...
Um canto de apenas três acordes:
- Dor, saudade e solidão!

Regina Helena
Fortaleza (Ceará)
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