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sexta-feira, 6 de março de 2009

COMO A ÁGUIA...




Nenhum ser é tão audacioso
quanto aquele que não sabe
de uma boa razão para viver.

Que seria de meus pássaros
sempre que não soubessem
dos seus instintos de cantar!

E o que seria dos que ficam
se soubessem que não têm
um motivo sequer para ficar!

Nem todo o amor teria tanto
amor se teu amor soubesse
não ter razão para me amar.

Nossas almas se encontram
sempre porque essas almas
são almas iguais às minhas.

Procuro ensinar minha alma
a voar sozinha como a águia
para que não aprenda a voar
em bandos como as
andorinhas...

Afonso Estebanez
(Poema composto em homenagem
ao aparecimento de Julis Calderón)
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sexta-feira, 6 de março de 2009

COMO A ÁGUIA...




Nenhum ser é tão audacioso
quanto aquele que não sabe
de uma boa razão para viver.

Que seria de meus pássaros
sempre que não soubessem
dos seus instintos de cantar!

E o que seria dos que ficam
se soubessem que não têm
um motivo sequer para ficar!

Nem todo o amor teria tanto
amor se teu amor soubesse
não ter razão para me amar.

Nossas almas se encontram
sempre porque essas almas
são almas iguais às minhas.

Procuro ensinar minha alma
a voar sozinha como a águia
para que não aprenda a voar
em bandos como as
andorinhas...

Afonso Estebanez
(Poema composto em homenagem
ao aparecimento de Julis Calderón)
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