
Machuca essa espera
das horas ausentes,
dos sonhos dormentes,
das noites perdidas
em versos plangentes!
Destrói, dói, corrói,
minh'alma engasgada,
a voz amassada,
o amor que se perde
em vãos dessa estrada.
Por onde a ternura,
por que só há pranto?
Nenhum acalanto...
Quisera dizer-te,
te quero, de um tanto...
De um tanto, de um tanto...
- Patricia Neme -
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