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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

‘Poema’

ancorado está meu coração
nesta praia silenciosa onde
meus olhos de espanto como os peixes
espreitam a aurora de vidro que
deverá conduzir-me a transparência,
ao multicor. serei duende de cristal
integrado no que é mágico tentarei
o voo exato das aves idealizadas num tempo
anterior a aurora de vidro que resolvo
anterior ao pranto de onde procedo

Ricardo Augusto dos Anjos
De ‘Após a tragédia’
Editora Engra- 1962-
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

‘Poema’

ancorado está meu coração
nesta praia silenciosa onde
meus olhos de espanto como os peixes
espreitam a aurora de vidro que
deverá conduzir-me a transparência,
ao multicor. serei duende de cristal
integrado no que é mágico tentarei
o voo exato das aves idealizadas num tempo
anterior a aurora de vidro que resolvo
anterior ao pranto de onde procedo

Ricardo Augusto dos Anjos
De ‘Após a tragédia’
Editora Engra- 1962-
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