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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

GILBERTO MENDONÇA TELES




“Meu encontro com a poesia (se é que realmente a encontrei, pois me
 vejo sempre em busca) deve ter mesmo o seu “como” e o seu “quando”,
 como tudo  que é submetido a uma apreciação histórica. No entanto,
 nas autobiografias  (e uma entrevista não deixa de o ser), não 
parece haver apenas um “como” e um “quando”, pois eles se encadeiam
 numa seqüência de acontecimentos simultâneos e crescentes, em
 forma de desejo indefinido e de esperança confusa e, com o tempo,
 se consolidam num projeto de vida, o qual, ao lado de outros
 projetos de vida, acabam por se transformar no mais importante,
 naquele sem o qual é impossível o absoluto da vida.”

{...]

Cada poema tem sua história ou sua estória. Cada um responde a
 estímulos  diferentes. Há os que chegam por intermédio de uma
 palavra, pela impressão  de um tema; os que são motivados por
 uma forte emoção ou por uma pequena  emoção obsessiva; os que
 chegam espontaneamente pelo simples impulso de  escrever; e
 há até os que são encomendados, tipo “Escreve um poema para
 mim”. Então, o que precede à elaboração de um poema é UM ESTADO
 DE CULTURA POÉTICA, uma, digamos, competência para escrevê-lo.”


Excerto de entrevista ao jornalista 
Luiz Alberto Machado















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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

GILBERTO MENDONÇA TELES




“Meu encontro com a poesia (se é que realmente a encontrei, pois me
 vejo sempre em busca) deve ter mesmo o seu “como” e o seu “quando”,
 como tudo  que é submetido a uma apreciação histórica. No entanto,
 nas autobiografias  (e uma entrevista não deixa de o ser), não 
parece haver apenas um “como” e um “quando”, pois eles se encadeiam
 numa seqüência de acontecimentos simultâneos e crescentes, em
 forma de desejo indefinido e de esperança confusa e, com o tempo,
 se consolidam num projeto de vida, o qual, ao lado de outros
 projetos de vida, acabam por se transformar no mais importante,
 naquele sem o qual é impossível o absoluto da vida.”

{...]

Cada poema tem sua história ou sua estória. Cada um responde a
 estímulos  diferentes. Há os que chegam por intermédio de uma
 palavra, pela impressão  de um tema; os que são motivados por
 uma forte emoção ou por uma pequena  emoção obsessiva; os que
 chegam espontaneamente pelo simples impulso de  escrever; e
 há até os que são encomendados, tipo “Escreve um poema para
 mim”. Então, o que precede à elaboração de um poema é UM ESTADO
 DE CULTURA POÉTICA, uma, digamos, competência para escrevê-lo.”


Excerto de entrevista ao jornalista 
Luiz Alberto Machado















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