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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O IDEAL



Ó rútila quimera, em vão eu te perscruto.
Esquivas-te de mim, te escondes no Impossível,
nessa longínqua estrela, imensa e inatingível,
que ilumina o infinito arcano do Absoluto.

Ah! Se apagasse um dia esse teu brilho! O bruto,
que na minh’alma existe, em forma do Irascível,
havia de irromper-se e, em bacanal horrível,
tornar-me um triste, um louco, um ser irresoluto.

Centelha divinal, na Dúvida angustiosa
o teu brilho se extingue e na região brumosa
do subconsciente espalha a sombra sorrateira.

Mas, quando o racional revérbero cintila,
a tua imagem volta a me guiar, tranqüila,
como nos céus do Oriente a Estrema mensageira.

Gilberto Mendonça Teles
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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O IDEAL



Ó rútila quimera, em vão eu te perscruto.
Esquivas-te de mim, te escondes no Impossível,
nessa longínqua estrela, imensa e inatingível,
que ilumina o infinito arcano do Absoluto.

Ah! Se apagasse um dia esse teu brilho! O bruto,
que na minh’alma existe, em forma do Irascível,
havia de irromper-se e, em bacanal horrível,
tornar-me um triste, um louco, um ser irresoluto.

Centelha divinal, na Dúvida angustiosa
o teu brilho se extingue e na região brumosa
do subconsciente espalha a sombra sorrateira.

Mas, quando o racional revérbero cintila,
a tua imagem volta a me guiar, tranqüila,
como nos céus do Oriente a Estrema mensageira.

Gilberto Mendonça Teles
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