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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

CANÇÃO DE VENTOS


Chove em meu coração,
que dita pequenas e inúteis guerras,
que abre portas e deixa escapar
certas notícias daquilo que desconheço,
e destas, das que desconfio...

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Quero admirar a ironia das pedras em sua
imóvel fúria de sal e sol,

e por vezes sombras,
algumas aves a lhe cochichar segredos de asas.

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Sinfonia marinha de ondas,
das vagas que movem
o mar as mesmas forças imóveis dos barcos
a gastar seus cascos no carinho caustico das ondas

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Ouvir certas cores que depõem a curva da tarde,
quando os olhos, só os olhos, pedem que tudo termine em
Silêncio , apenas.

(Georgio Rios)
Blog do autor:
www.georgio-rios.blogspot.com
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

CANÇÃO DE VENTOS


Chove em meu coração,
que dita pequenas e inúteis guerras,
que abre portas e deixa escapar
certas notícias daquilo que desconheço,
e destas, das que desconfio...

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Quero admirar a ironia das pedras em sua
imóvel fúria de sal e sol,

e por vezes sombras,
algumas aves a lhe cochichar segredos de asas.

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Sinfonia marinha de ondas,
das vagas que movem
o mar as mesmas forças imóveis dos barcos
a gastar seus cascos no carinho caustico das ondas

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Ouvir certas cores que depõem a curva da tarde,
quando os olhos, só os olhos, pedem que tudo termine em
Silêncio , apenas.

(Georgio Rios)
Blog do autor:
www.georgio-rios.blogspot.com
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