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domingo, 21 de fevereiro de 2010

As vezes



As vezes só olho
telhados cinzentos,
janelas fechadas
casas descoloridas
pelo tempo.
Me perco então
na solidão
dos meus pensamentos,
em um triste silêncio.


Em Outras, invento
mil cores,
a procura das aves,
a beira da praia,
vejo a espuma do mar
tão alva,tão limpa.
Vejo nas tardes
o céu tomado pelo sol,
que foge a se esonder
lentamente.
Me pego criança,
feliz a brincar
com minhas lembranças,
parece que
está tudo em paz.

Monjeló
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domingo, 21 de fevereiro de 2010

As vezes



As vezes só olho
telhados cinzentos,
janelas fechadas
casas descoloridas
pelo tempo.
Me perco então
na solidão
dos meus pensamentos,
em um triste silêncio.


Em Outras, invento
mil cores,
a procura das aves,
a beira da praia,
vejo a espuma do mar
tão alva,tão limpa.
Vejo nas tardes
o céu tomado pelo sol,
que foge a se esonder
lentamente.
Me pego criança,
feliz a brincar
com minhas lembranças,
parece que
está tudo em paz.

Monjeló
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