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domingo, 30 de maio de 2010

"SOMBRAS DA NOITE"


Eu amo as sombras que tremulosas
Descem, de luto cobrindo as leiras,
- Ora perdidas nas capoeiras,
- Ora nas vargens silenciosas.

Sombras de longe, sombras saudosas,
Sobre colinas, sombras ligeiras,
Aves noturnas pelas esteiras
Da imensidade de nebulosas.

Nos dilatados, bravios mares,
Sombras inquietas e viajantes,
Iguais às sombras dos meus pesares.

Na praia algente de branca areia,
- Sombras que eu amo, sombras errantes
Das noites claras de lua cheia!

Ferreira Itajubá
(Natal, RN, 21 de Agosto de 1876 – Rio de Janeiro, 30 de Junho de 1912)
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domingo, 30 de maio de 2010

"SOMBRAS DA NOITE"


Eu amo as sombras que tremulosas
Descem, de luto cobrindo as leiras,
- Ora perdidas nas capoeiras,
- Ora nas vargens silenciosas.

Sombras de longe, sombras saudosas,
Sobre colinas, sombras ligeiras,
Aves noturnas pelas esteiras
Da imensidade de nebulosas.

Nos dilatados, bravios mares,
Sombras inquietas e viajantes,
Iguais às sombras dos meus pesares.

Na praia algente de branca areia,
- Sombras que eu amo, sombras errantes
Das noites claras de lua cheia!

Ferreira Itajubá
(Natal, RN, 21 de Agosto de 1876 – Rio de Janeiro, 30 de Junho de 1912)
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