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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

ÂNSIA VERTIGINOSA


Forças que me levais por sobre o Oceano,
Para as fluidas regiões incompreendidas,
Onde se transfigura o ser humano
Na essência misteriosa de outras vidas,


Dai-me, como sabor do ultimo engano,
Neste mundo de graças desmentidas,
A ilusão de sentir-me sobre-humano,
Por estas amplidões indefinidas . . .


Na orgia, aqui, do Sol e das distancias,
Sonho, sentindo uma revoada de ânsias,
Ser chama – asa das ultimas vertigens –


Para, no ar, difundir-me em claridade
E, como o dia – espasmo das origens –
Fecundar de meu ser a Imensidade!



Luis Carlos
In: Amplidão
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

ÂNSIA VERTIGINOSA


Forças que me levais por sobre o Oceano,
Para as fluidas regiões incompreendidas,
Onde se transfigura o ser humano
Na essência misteriosa de outras vidas,


Dai-me, como sabor do ultimo engano,
Neste mundo de graças desmentidas,
A ilusão de sentir-me sobre-humano,
Por estas amplidões indefinidas . . .


Na orgia, aqui, do Sol e das distancias,
Sonho, sentindo uma revoada de ânsias,
Ser chama – asa das ultimas vertigens –


Para, no ar, difundir-me em claridade
E, como o dia – espasmo das origens –
Fecundar de meu ser a Imensidade!



Luis Carlos
In: Amplidão
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