
Ele sempre chega,
quando meus sonhos canções
florescem verões.
Sempre parte,
quando lágrimas estrelas
escurecem meu poente.
Meu barco hoje,
só quero-o em brinquedo,
namorando em minhas águas. . .
. . . não quero vê-lo navegar!
. . . ilusões p’ra longe levar?
e talvez,
nunca mais voltar?
Alvina Tzovenos
In: Buscas de Infinitos
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