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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

ENSAIO



Levanta-te – é preciso; o Sol inda abastece
o cimo da consciência e a voz o verbo, uivante,
acende na memória a tocha flamejante
da rima cobiçada ao verso que enternece.

Registra pois, em tempo, o sonho – doce amante
que paira além da vida e que contempla a messe
já posta no celeiro, assim, do que fenece,
importa muito pouco ao cérebro escaldante.

Levanta-te e contempla a música irrequieta
que nasce dentro d’alma e baila, tal profeta
ao ter codificado a luz do pensamento...

Ensaia o vôo agora; insiste nas alturas.
Quando a alma se equilibra, além das desventuras,
por certo estará pronta a desposar o vento.


Jandira Grillo
In: Uma Canção de Amor para Você
Academia Amparense de Letras
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

ENSAIO



Levanta-te – é preciso; o Sol inda abastece
o cimo da consciência e a voz o verbo, uivante,
acende na memória a tocha flamejante
da rima cobiçada ao verso que enternece.

Registra pois, em tempo, o sonho – doce amante
que paira além da vida e que contempla a messe
já posta no celeiro, assim, do que fenece,
importa muito pouco ao cérebro escaldante.

Levanta-te e contempla a música irrequieta
que nasce dentro d’alma e baila, tal profeta
ao ter codificado a luz do pensamento...

Ensaia o vôo agora; insiste nas alturas.
Quando a alma se equilibra, além das desventuras,
por certo estará pronta a desposar o vento.


Jandira Grillo
In: Uma Canção de Amor para Você
Academia Amparense de Letras
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