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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Destes tristes dobrados da canção



Destes tristes dobrados da canção,
da ágrafa manhã, ágrafo ardor,
ressoa-se dos sorrisos dos irmãos,
tristeza céu do azul tardia dor.

Cante, cante do pássaro, dor sino,
se sutil deste pássaro, à tardinha,
fazendo deste voar látego do hino,
murmúrio desta voz paz da ladainha.

Se tangem destas tardes dos passos,
se batem destas flores brandos pálio,
deste homem sofrido, dos ossos.

Da tristeza, refrãos da tarde ardor,
tenho apenas versos do salário,
tangendo sutil poeta desta dor.


Eric Ponty
(Minas Gerais)
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Destes tristes dobrados da canção



Destes tristes dobrados da canção,
da ágrafa manhã, ágrafo ardor,
ressoa-se dos sorrisos dos irmãos,
tristeza céu do azul tardia dor.

Cante, cante do pássaro, dor sino,
se sutil deste pássaro, à tardinha,
fazendo deste voar látego do hino,
murmúrio desta voz paz da ladainha.

Se tangem destas tardes dos passos,
se batem destas flores brandos pálio,
deste homem sofrido, dos ossos.

Da tristeza, refrãos da tarde ardor,
tenho apenas versos do salário,
tangendo sutil poeta desta dor.


Eric Ponty
(Minas Gerais)
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