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domingo, 4 de maio de 2014

Não Temas


Não temas as lembranças do passado
Do dourado aos fios de prata
São o relicário mistérios do ontem .

Não temas as estradas a percorrer
Nelas há vida verde e borboletas a revoar
Sonhar com os caminhos percorridos.

Não temas a transição do sol
As cores aparentemente fortes
São frágeis como a luz da noite.

Não temas a passagem do tempo
Ele codifica sentimentos e purifica
Os que passam pela janela sem perceber as horas.

Não temas a luz
Ela deixa rastros fortes
Nos jardins floridos arrematando a doçura.

Não temas os desafetos
Os entraves na ampulheta são festa
De paz e ternuras na alma.

Iara Pacini

[Arte: Ton Dubbeldam]
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domingo, 4 de maio de 2014

Não Temas


Não temas as lembranças do passado
Do dourado aos fios de prata
São o relicário mistérios do ontem .

Não temas as estradas a percorrer
Nelas há vida verde e borboletas a revoar
Sonhar com os caminhos percorridos.

Não temas a transição do sol
As cores aparentemente fortes
São frágeis como a luz da noite.

Não temas a passagem do tempo
Ele codifica sentimentos e purifica
Os que passam pela janela sem perceber as horas.

Não temas a luz
Ela deixa rastros fortes
Nos jardins floridos arrematando a doçura.

Não temas os desafetos
Os entraves na ampulheta são festa
De paz e ternuras na alma.

Iara Pacini

[Arte: Ton Dubbeldam]
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