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sábado, 3 de julho de 2010

Mansões da Alma!


Onde os dias são sempre iguais,
árvores com suas folhas aladas
ora são borboletas e num repente
são pássaros sobre um céu de
um azul jamais percebido.

A lua lembra um relógio de prata
iluminando horizontes de relva
macia renovando sublimes
pensamentos nos corações.

Noites e dias são instantes.
A luz do sol banhando a face
com sentimentos do puro amor.
Estrelas conversando com a
janela da alma.

Na beira da enseada a maré estática
e cristalina forma um espelho nítido
que infundem o céu e a terra em uma
tamanha beleza que não se tem ao certo
a noção de estar caminhando no chão ou no céu.

Barcos chegam ao porto dentro de garrafas
gigantes, a luz do farol são os pensamentos
de Deus revelando a beleza extraordinária
da Criação.

O tempo é um estrangeiro sem passaporte.
Sem visto de passado nem do presente.
Eternidade.
Eternamente abençoado.

Aharon
*Nelson Aharon
Escritor de Joenvile, SC.
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sábado, 3 de julho de 2010

Mansões da Alma!


Onde os dias são sempre iguais,
árvores com suas folhas aladas
ora são borboletas e num repente
são pássaros sobre um céu de
um azul jamais percebido.

A lua lembra um relógio de prata
iluminando horizontes de relva
macia renovando sublimes
pensamentos nos corações.

Noites e dias são instantes.
A luz do sol banhando a face
com sentimentos do puro amor.
Estrelas conversando com a
janela da alma.

Na beira da enseada a maré estática
e cristalina forma um espelho nítido
que infundem o céu e a terra em uma
tamanha beleza que não se tem ao certo
a noção de estar caminhando no chão ou no céu.

Barcos chegam ao porto dentro de garrafas
gigantes, a luz do farol são os pensamentos
de Deus revelando a beleza extraordinária
da Criação.

O tempo é um estrangeiro sem passaporte.
Sem visto de passado nem do presente.
Eternidade.
Eternamente abençoado.

Aharon
*Nelson Aharon
Escritor de Joenvile, SC.
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