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domingo, 21 de dezembro de 2008

"RESUMO"



Tudo, tudo, o que nos sempre vivemos,
Pelos rumos que tomaram nossas vidas
Na insônia das noites mal dormidas
Na quebra das promessas que fizemos.

No rosto dos amigos que perdemos,
Nas canções que ouvimos repetidas
No gosto das saudades escondidas
De amores dos quais nunca esquecemos.

Tudo isso, faz parte de nossa história.
História que escrevemos dia a dia,
Editada em um livro na memória

E a minha, pra lhe ser sincero e franco,
Dá- me um aperto, uma angústia, uma agonia
Quando olho tantas páginas em branco.


-JENÁRIO DE FÁTIMA-

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

"Ilusões"



como o poeta que escreve na areia,
versos que o mar encobre sem demora,
como o forte raio que o céu braseia,
clareando o espaço e indo logo embora.

como a vela branca que dança e ondeia,
desaparecendo oceano afora
tal qual arco-iris que no olhar tonteia
e em breve instante se esvai, descolora.

as ilusões são sempre deste jeito,
ficam breve tempo, mas logo se soltam
de esperança tomam e enchem o peito

e os nossos sonhos protegem, escoltam
mas sem que ninguem possa entender direito
vão se quase sempre e nunca mais voltam

Jenário De Fátima
São Paulo
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domingo, 21 de dezembro de 2008

"RESUMO"



Tudo, tudo, o que nos sempre vivemos,
Pelos rumos que tomaram nossas vidas
Na insônia das noites mal dormidas
Na quebra das promessas que fizemos.

No rosto dos amigos que perdemos,
Nas canções que ouvimos repetidas
No gosto das saudades escondidas
De amores dos quais nunca esquecemos.

Tudo isso, faz parte de nossa história.
História que escrevemos dia a dia,
Editada em um livro na memória

E a minha, pra lhe ser sincero e franco,
Dá- me um aperto, uma angústia, uma agonia
Quando olho tantas páginas em branco.


-JENÁRIO DE FÁTIMA-

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

"Ilusões"



como o poeta que escreve na areia,
versos que o mar encobre sem demora,
como o forte raio que o céu braseia,
clareando o espaço e indo logo embora.

como a vela branca que dança e ondeia,
desaparecendo oceano afora
tal qual arco-iris que no olhar tonteia
e em breve instante se esvai, descolora.

as ilusões são sempre deste jeito,
ficam breve tempo, mas logo se soltam
de esperança tomam e enchem o peito

e os nossos sonhos protegem, escoltam
mas sem que ninguem possa entender direito
vão se quase sempre e nunca mais voltam

Jenário De Fátima
São Paulo