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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

''MAIS UM DIA''

Devemos colecionar os domingos
e escondê-los entre páginas
devemos aprender do seu silêncio
suas mudas preces

E entenderemos que mesmo a música
em sua muda forma transborda de
silêncios

E as cores que acaso
formam o azul, se dissipam
e se juntam neste movimento
de armar o domingo
domar os domingos
dever dos poetas.

Pena que não temos o laço.
Pena que não somos os lagos
Pena que emudecemos, nesta linda
Sinfonia.

Georgio Rios

''AS LUZES''



Descolorindo a tarde
Abrindo as portas da noite
E liberando as estrelas em rebanhos líquidos
De luzes.

Não posso olhar sem impregnar
As lembranças de fotografias e imagens
Retorcidas, no aço das lâmpadas
Nas ácidas incursões da estante
De livros quando a lâmpada se ascende
Ascende-se um fio de sonhos e uma coberta de imaginações

As páginas dão conta dos fatos que em vão vivemos, que deveríamos ter posto a prova.
As palavras não ditas inclinam aos olhos cansados, uma multidão de imagens baças em
prontidão com os elementos invisíveis que infestam as nossas cansadas pálpebras...


A pequena estrela
É a porta e a chave
Para as pequenas
E infinitas coisas
Que juntamos
Que perdemos
Ao nos olhar
sem pressa, para a vasta planície deserta do espelho.

Não há uma formula para o desconhecido
O secreto que há em cada palavra
Ativa o homem que se esconde a cada página virada.

Georgio Rios

sexta-feira, 9 de julho de 2010

AS LINHAS


A vida é uma cilada do tempo
Nos ofende em sua breve pressa
Inebria-nos sua breve miragem.

E também dança,
Ato de galáxias que bailam
Sob as ordens do sono
Sobre as ondas dos sons
Dos mares, em seu caminho e suas ondas.

Fim de tarde,
Gaivotas descem,
Visualizam a praia, ultima vez
Ao sol dão o aviso, e a tarde zarpa
Para mares distantes onde a noite corta
A multidão dos horizontes.

Georgio Rios,
Blog do poeta: 'Modus Operandi'

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

CANÇÃO DE VENTOS


Chove em meu coração,
que dita pequenas e inúteis guerras,
que abre portas e deixa escapar
certas notícias daquilo que desconheço,
e destas, das que desconfio...

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Quero admirar a ironia das pedras em sua
imóvel fúria de sal e sol,

e por vezes sombras,
algumas aves a lhe cochichar segredos de asas.

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Sinfonia marinha de ondas,
das vagas que movem
o mar as mesmas forças imóveis dos barcos
a gastar seus cascos no carinho caustico das ondas

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Ouvir certas cores que depõem a curva da tarde,
quando os olhos, só os olhos, pedem que tudo termine em
Silêncio , apenas.

(Georgio Rios)
Blog do autor:
www.georgio-rios.blogspot.com

domingo, 20 de dezembro de 2009

AS LUZES



Descolorindo a tarde
Abrindo as portas da noite
E liberando as estrelas em rebanhos líquidos
De luzes.

Não posso olhar sem impregnar
As lembranças de fotografias e imagens
Retorcidas, no aço das lâmpadas
Nas ácidas incursões da estante
De livros quando a lâmpada se ascende
Ascende-se um fio de sonhos e uma coberta de imaginações

As páginas dão conta dos fatos que em vão vivemos, que deveríamos ter posto a prova.
As palavras não ditas inclinam aos olhos cansados, uma multidão de imagens baças em
prontidão com os elementos invisíveis que infestam as nossas cansadas pálpebras...

A pequena estrela
É a porta e a chave
Para as pequenas
E infinitas coisas
Que juntamos
Que perdemos
Ao nos olhar
sem pressa, para a vasta planície deserta do espelho.

Não há uma formula para o desconhecido
O secreto que há em cada palavra
Ativa o homem que se esconde a cada página virada.

Georgio Rios
(Bahia)
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

''MAIS UM DIA''

Devemos colecionar os domingos
e escondê-los entre páginas
devemos aprender do seu silêncio
suas mudas preces

E entenderemos que mesmo a música
em sua muda forma transborda de
silêncios

E as cores que acaso
formam o azul, se dissipam
e se juntam neste movimento
de armar o domingo
domar os domingos
dever dos poetas.

Pena que não temos o laço.
Pena que não somos os lagos
Pena que emudecemos, nesta linda
Sinfonia.

Georgio Rios

''AS LUZES''



Descolorindo a tarde
Abrindo as portas da noite
E liberando as estrelas em rebanhos líquidos
De luzes.

Não posso olhar sem impregnar
As lembranças de fotografias e imagens
Retorcidas, no aço das lâmpadas
Nas ácidas incursões da estante
De livros quando a lâmpada se ascende
Ascende-se um fio de sonhos e uma coberta de imaginações

As páginas dão conta dos fatos que em vão vivemos, que deveríamos ter posto a prova.
As palavras não ditas inclinam aos olhos cansados, uma multidão de imagens baças em
prontidão com os elementos invisíveis que infestam as nossas cansadas pálpebras...


A pequena estrela
É a porta e a chave
Para as pequenas
E infinitas coisas
Que juntamos
Que perdemos
Ao nos olhar
sem pressa, para a vasta planície deserta do espelho.

Não há uma formula para o desconhecido
O secreto que há em cada palavra
Ativa o homem que se esconde a cada página virada.

Georgio Rios

sexta-feira, 9 de julho de 2010

AS LINHAS


A vida é uma cilada do tempo
Nos ofende em sua breve pressa
Inebria-nos sua breve miragem.

E também dança,
Ato de galáxias que bailam
Sob as ordens do sono
Sobre as ondas dos sons
Dos mares, em seu caminho e suas ondas.

Fim de tarde,
Gaivotas descem,
Visualizam a praia, ultima vez
Ao sol dão o aviso, e a tarde zarpa
Para mares distantes onde a noite corta
A multidão dos horizontes.

Georgio Rios,
Blog do poeta: 'Modus Operandi'

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

CANÇÃO DE VENTOS


Chove em meu coração,
que dita pequenas e inúteis guerras,
que abre portas e deixa escapar
certas notícias daquilo que desconheço,
e destas, das que desconfio...

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Quero admirar a ironia das pedras em sua
imóvel fúria de sal e sol,

e por vezes sombras,
algumas aves a lhe cochichar segredos de asas.

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Sinfonia marinha de ondas,
das vagas que movem
o mar as mesmas forças imóveis dos barcos
a gastar seus cascos no carinho caustico das ondas

(E a quem não interessar deva, ou possa!)

Ouvir certas cores que depõem a curva da tarde,
quando os olhos, só os olhos, pedem que tudo termine em
Silêncio , apenas.

(Georgio Rios)
Blog do autor:
www.georgio-rios.blogspot.com

domingo, 20 de dezembro de 2009

AS LUZES



Descolorindo a tarde
Abrindo as portas da noite
E liberando as estrelas em rebanhos líquidos
De luzes.

Não posso olhar sem impregnar
As lembranças de fotografias e imagens
Retorcidas, no aço das lâmpadas
Nas ácidas incursões da estante
De livros quando a lâmpada se ascende
Ascende-se um fio de sonhos e uma coberta de imaginações

As páginas dão conta dos fatos que em vão vivemos, que deveríamos ter posto a prova.
As palavras não ditas inclinam aos olhos cansados, uma multidão de imagens baças em
prontidão com os elementos invisíveis que infestam as nossas cansadas pálpebras...

A pequena estrela
É a porta e a chave
Para as pequenas
E infinitas coisas
Que juntamos
Que perdemos
Ao nos olhar
sem pressa, para a vasta planície deserta do espelho.

Não há uma formula para o desconhecido
O secreto que há em cada palavra
Ativa o homem que se esconde a cada página virada.

Georgio Rios
(Bahia)