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segunda-feira, 14 de março de 2016

Elos do Tempo




Ilusões a buscar na passarela
A mágica é o pranto no silencio
Indecisa nas paralelas

O dia se esvai e esmorece
A noite plena de lua cheia
Reflete nos espelhos
A batalha sem gloria .

Livres porem limitados
Sem rédeas o pensamento
Nos olhos da alma
Grita pelo ontem adormecido.

Presos aos elos do tempo
Soltos a procura de espaço
O homem a imaginação na tela
Recorre ao arco-íris e renasce.


Iára Iara Pacini

domingo, 4 de maio de 2014

Ilusões



Estes verdes ou pedaços de vida
não serão fáceis nas manhãs frias
onde há prazeres nas asas do vento
eterna passageira que precisa do teu amor.

Você me conheceu vestida de fantasias
deixei acontecer a nossa história
fiquei a olhar pela janela nos jardins
escolhi petúnias à liberdade das borboletas.

Não vale a pena estar distante de você
nunca esperei a solidão calada
nem convidei a noite escura
os desejos nossos são ilusões.

Desta existência selvagem
não chores pelas tardes
em que não cheguei frágil
à transição do sol na fim da tarde.

Caprichos lá adiante ardem
na intensa euforia cativa
no fim a claridade nos portões
que se abrem e revelam segredos.

No interlúdio há controvérsias de fantasias
do mesmo trilho em que flui cor constantes
ao ficar fora das noites enluaradas
tudo são ilusões de um coração peregrino.

Iara Pacini

[Arte: Maria Szollosi]

Não Temas


Não temas as lembranças do passado
Do dourado aos fios de prata
São o relicário mistérios do ontem .

Não temas as estradas a percorrer
Nelas há vida verde e borboletas a revoar
Sonhar com os caminhos percorridos.

Não temas a transição do sol
As cores aparentemente fortes
São frágeis como a luz da noite.

Não temas a passagem do tempo
Ele codifica sentimentos e purifica
Os que passam pela janela sem perceber as horas.

Não temas a luz
Ela deixa rastros fortes
Nos jardins floridos arrematando a doçura.

Não temas os desafetos
Os entraves na ampulheta são festa
De paz e ternuras na alma.

Iara Pacini

[Arte: Ton Dubbeldam]

quinta-feira, 17 de abril de 2014

'Chuva'

                         
Chove nesta manhã infanta
Imensa em que chamo a saudade
É água pelas calçadas
Rochas que rolam abaixo
Mistura pétalas dálias flores
Dores que amadurecem
Gritos tristes da enxurrada
Da chuva que não cede espaço
Destilando em mim vibrações
Não é medo não é o mesmo
Daquele dia sem fadas
Cúmplices éramos da paz
Da natureza só amores livres
Arbítrios nossos ao calor
Da vida que se calava
Sem forma sem fome
Só entretíamos o tempo
Na esperança do azul celeste
Acasos de arco-íris então
Sem essa chuva de agora.


                         Iara Pacini -2009

Código do texto: T1770953

NOSTALGIA

Recolho o que de bom existiu,
Sinto a falta da casa ao lado,
Onde ainda gorjeiam sabiás,
Nas árvores do jardim,
As borboletas saúdam as flores,
Espalhando pelo ar,
Pólen multicolorido,
Lanço-me a novos rumos,
Tento respirar, engulo as dores,
A nostalgia me invade,
Suspiro, seguindo a luz,
Já não questiono a saudade.

                                   Iára Pacini

                                         21/10/07

Código do texto: T1861107

SAUDADE ALEGRE

 
Da janela vejo a vida
Na paisagem nas belezas
Da tarde florida nos jardins
Pássaros que cantam
Canções de um céu azul.
A bordejar recordações
Presentes em mim
Da criança que fui
E que vivem plenas
Na memória desta tarde
De saudade alegre...enfim.


Iára Pacini
Código do texto: T1873973

''VIVER É''

Viver é quase um sonho
Foi-se minha paz
Em correntes e sopros de ar.

São lágrimas vertidas
Que liberto pra além
Tiro pesadelos da vida.

Agora buscamos brisas
Vôos desimpedidos de razões
Novos sentidos de seguir adiante.

Outros desenhos de rotinas
Mais contrato de emoções
Na constância suave de ser.

Viver é sentir a terra
O pisar da vela acesa
Despertar nestas trovas nossos ais!

Iára Pacini

Set.09
Iára Pacini
Código do texto: T1879447
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segunda-feira, 14 de março de 2016

Elos do Tempo




Ilusões a buscar na passarela
A mágica é o pranto no silencio
Indecisa nas paralelas

O dia se esvai e esmorece
A noite plena de lua cheia
Reflete nos espelhos
A batalha sem gloria .

Livres porem limitados
Sem rédeas o pensamento
Nos olhos da alma
Grita pelo ontem adormecido.

Presos aos elos do tempo
Soltos a procura de espaço
O homem a imaginação na tela
Recorre ao arco-íris e renasce.


Iára Iara Pacini

domingo, 4 de maio de 2014

Ilusões



Estes verdes ou pedaços de vida
não serão fáceis nas manhãs frias
onde há prazeres nas asas do vento
eterna passageira que precisa do teu amor.

Você me conheceu vestida de fantasias
deixei acontecer a nossa história
fiquei a olhar pela janela nos jardins
escolhi petúnias à liberdade das borboletas.

Não vale a pena estar distante de você
nunca esperei a solidão calada
nem convidei a noite escura
os desejos nossos são ilusões.

Desta existência selvagem
não chores pelas tardes
em que não cheguei frágil
à transição do sol na fim da tarde.

Caprichos lá adiante ardem
na intensa euforia cativa
no fim a claridade nos portões
que se abrem e revelam segredos.

No interlúdio há controvérsias de fantasias
do mesmo trilho em que flui cor constantes
ao ficar fora das noites enluaradas
tudo são ilusões de um coração peregrino.

Iara Pacini

[Arte: Maria Szollosi]

Não Temas


Não temas as lembranças do passado
Do dourado aos fios de prata
São o relicário mistérios do ontem .

Não temas as estradas a percorrer
Nelas há vida verde e borboletas a revoar
Sonhar com os caminhos percorridos.

Não temas a transição do sol
As cores aparentemente fortes
São frágeis como a luz da noite.

Não temas a passagem do tempo
Ele codifica sentimentos e purifica
Os que passam pela janela sem perceber as horas.

Não temas a luz
Ela deixa rastros fortes
Nos jardins floridos arrematando a doçura.

Não temas os desafetos
Os entraves na ampulheta são festa
De paz e ternuras na alma.

Iara Pacini

[Arte: Ton Dubbeldam]

quinta-feira, 17 de abril de 2014

'Chuva'

                         
Chove nesta manhã infanta
Imensa em que chamo a saudade
É água pelas calçadas
Rochas que rolam abaixo
Mistura pétalas dálias flores
Dores que amadurecem
Gritos tristes da enxurrada
Da chuva que não cede espaço
Destilando em mim vibrações
Não é medo não é o mesmo
Daquele dia sem fadas
Cúmplices éramos da paz
Da natureza só amores livres
Arbítrios nossos ao calor
Da vida que se calava
Sem forma sem fome
Só entretíamos o tempo
Na esperança do azul celeste
Acasos de arco-íris então
Sem essa chuva de agora.


                         Iara Pacini -2009

Código do texto: T1770953

NOSTALGIA

Recolho o que de bom existiu,
Sinto a falta da casa ao lado,
Onde ainda gorjeiam sabiás,
Nas árvores do jardim,
As borboletas saúdam as flores,
Espalhando pelo ar,
Pólen multicolorido,
Lanço-me a novos rumos,
Tento respirar, engulo as dores,
A nostalgia me invade,
Suspiro, seguindo a luz,
Já não questiono a saudade.

                                   Iára Pacini

                                         21/10/07

Código do texto: T1861107

SAUDADE ALEGRE

 
Da janela vejo a vida
Na paisagem nas belezas
Da tarde florida nos jardins
Pássaros que cantam
Canções de um céu azul.
A bordejar recordações
Presentes em mim
Da criança que fui
E que vivem plenas
Na memória desta tarde
De saudade alegre...enfim.


Iára Pacini
Código do texto: T1873973

''VIVER É''

Viver é quase um sonho
Foi-se minha paz
Em correntes e sopros de ar.

São lágrimas vertidas
Que liberto pra além
Tiro pesadelos da vida.

Agora buscamos brisas
Vôos desimpedidos de razões
Novos sentidos de seguir adiante.

Outros desenhos de rotinas
Mais contrato de emoções
Na constância suave de ser.

Viver é sentir a terra
O pisar da vela acesa
Despertar nestas trovas nossos ais!

Iára Pacini

Set.09
Iára Pacini
Código do texto: T1879447