quinta-feira, 14 de março de 2013
''RIOS''
Rios de minh’alma
Caudalosos de amor,
Correntezas sem calma
Descolorindo-se
Às vezes em dor!
Nascentes tão puras,
Despejam venturas
Após desventuras,
Naufrágios de Amor!
Ontem turbulentos,
Hoje venturosos,
Amanhã silenciosos
...águas de sangue
...águas de luz!
Rios de minh’alma:
- desviastes tantos cursos
Buscando margens seguras ..!
Repousastes
Num eterno espraiar ...,
Alvina Nunes Tzovenos
in 'Sonhos e vivencias'
''A VIDA TEM CORES''
A vida tem cores
Nas cores da vida,
Em aquarela tingida
... desenha luz e som !
A vida tem cores
No beijo dos pássaros, num adeus sem perfumes
... no pólen da flores!
A vida tem cores
Numa palavra amarga,
Num céu muito amplo
... presença que tarda!
A vida tem cores
Num abraço amoroso
Num sorriso que chega
... num crepúsculo cheiroso!
A vida tem cores
Nos sonhos vividos,
Nos mares inquietos
... nos encontros perdidos!
A vida tem muitas e muitas cores,
As que ninguém pode ver,
Quando minh’alma chora e ri
Pela felicidade
Que eu posso conter!
A vida tem cores
Mesmo num coração morto!
Alvina Nunes Tzovenos
de "Sonhos e vivencias"
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
'SENSAÇÕES¨'
Sensações de tristeza ou de alegria,
dá-no-las a Alma, como ideal produto
das impressões vitais de cada dia
engalanado em luz, sombreado em luto.
Pode o Espírito estar tranquilo e enxuto:
mas, se os olhos se inquietam, à porfia,
a lágrima, que esponta, é já o fruto
das sensações... É o coração que expia...
E, ao transcorrer desse diamante bruto,
a Vida, toda, se consubstancia,
tal, um século, às vezes, num minuto!
Ilumina-se, assim, a Alma sombria:
— o que sinto, olho, gosto, palpo, escuto...
— sensações de tristeza ou de alegria...
[Hermes Fontes]
(Tela de EDOUARD FREDERIC WILHELM RICHTER)
sábado, 19 de janeiro de 2013
''Depois de tudo''
Mas tudo passou tão depressa
Não consigo dormir agora.
Nunca o silêncio gritou tanto
Nas ruas da minha memória.
Como agarrar líquido o tempo
Que pelos vãos dos dedos flui?
Meu coração é hoje um pássaro
Pousado na árvore que eu fui.
Cassiano Ricardo
''Ficaram-me as penas''
"O pássaro fugiu, ficaram-me as penas
da sua asa, nas mãos encantadas.
Mas, que é a vida, afinal? Um vôo, apenas.
Uma lembrança e outros pequenos nadas.
Passou o vento mau, entre açucenas,
deixou-me só corolas arrancadas...
Despedem-se de mim glorias terrenas.
Fica-me aos pés a poeira das estradas.
A água correu veloz, fica-me a espuma.
Só o tempo não me deixa coisa alguma
até que da própria alma me despoje!
Desfolhados os últimos segredos,
quero agarrar a vida, que me foge,
vão-se-me as horas pelos vãos dos dedos."
Cassiano Ricardo
'Relógio'
Diante de coisa tão doida
conservemo-nos serenos
cada minuto de vida
Nunca é mais, é sempre menos
Ser é apenas uma face
do não ser, e não do ser
Desde o instante em que nasce
Já se começa a morrer.
Cassiano Ricardo
CÍRCULO VICIOSO
Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:
"Quem me dera que fosse aquela loura estrela,
Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!"
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:
"Pudesse eu copiar o transparente lume,
Que, da grega coluna à gótica janela,
Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!"
Mas a lua, fitando o sol, com azedume:
"Mísera! tivesse eu aquela enorme, aquela
Claridade imortal, que toda a luz resume!"
Mas o sol, inclinando a rútila capela:
"Pesa-me esta brilhante auréola de nume...
Enfara-me esta azul e desmedida umbela...
Por que não nasci eu um simples vaga-lume?"
Machado de Assis
''O BEATA SOLITUDO...''
Amada solidão, silêncio amigo,
Vosso convívio me é tão grato e ameno
Que, voluntariamente, me condeno
A viver só, para vos ter comigo.
Alheio ao mundo, como um poeta antigo,
Noto, isolado, que ao mais leve aceno,
Me vêm, em ronda, ao espírito sereno
As ideias e imagens que persigo...
Solidão! vem de ti o êxtase infindo
Em que sinto, em constantes primaveras,
Meu ser a natureza refletindo...
Silêncio! enchendo o espaço onde me esperas,
Sonho, como Pitágoras, ouvindo
A harmonia divina das esferas.
Da Costa e Silva
de Poesia Completa
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Que nesse ano possamos sonhar,
E acreditar, de coração, que podemos realizar cada um de nossos sonhos,
Que esses sonhos possam ser compartilhados pelo bem,
E que eles tenham força de transformar velhos inimigos em novos amigos verdadeiros,
Que nesse ano possamos abraçar,
E repartir calor e carinho,
Que isso não seja um ato de um momento,
Mas a história de uma vida.
Que nesse ano possamos beijar,
E com os olhos fechados, tocar o sabor da alma,
Que tenhamos tempo para sentir toda a beleza da vida,
E que saibamos senti-la em cada coisa simples,
Que nesse ano possamos sorrir,
E contagiar a todos com uma alegria verdadeira,
Que não sejam necessárias grandes justificativas para nosso sorriso,
Apenas a brisa do viver,
Que nesse ano possamos cantar,
E dizer coisas da vida,
Que não sejam apenas músicas e letras,
Mas que sejam canções e sentimentos,
Que nesse ano possamos agradecer,
E expressar a Deus e a todos: “Muito Obrigado!”,
Que nesse “todos” não sejam incluídos apenas os amigos,
Mas também aqueles que, nos colocando dificuldades, nos deram oportunidades de sermos melhores.
E assim começamos mais um Ano Novo,
Um dia que nasce, um primeiro passo, um longo caminho,
Um desafio, uma oportunidade e um pensamento:
“Que nesse ano sejamos, Todos, Muito Felizes!”
Cris Pinheiro
E acreditar, de coração, que podemos realizar cada um de nossos sonhos,
Que esses sonhos possam ser compartilhados pelo bem,
E que eles tenham força de transformar velhos inimigos em novos amigos verdadeiros,
Que nesse ano possamos abraçar,
E repartir calor e carinho,
Que isso não seja um ato de um momento,
Mas a história de uma vida.
Que nesse ano possamos beijar,
E com os olhos fechados, tocar o sabor da alma,
Que tenhamos tempo para sentir toda a beleza da vida,
E que saibamos senti-la em cada coisa simples,
Que nesse ano possamos sorrir,
E contagiar a todos com uma alegria verdadeira,
Que não sejam necessárias grandes justificativas para nosso sorriso,
Apenas a brisa do viver,
Que nesse ano possamos cantar,
E dizer coisas da vida,
Que não sejam apenas músicas e letras,
Mas que sejam canções e sentimentos,
Que nesse ano possamos agradecer,
E expressar a Deus e a todos: “Muito Obrigado!”,
Que nesse “todos” não sejam incluídos apenas os amigos,
Mas também aqueles que, nos colocando dificuldades, nos deram oportunidades de sermos melhores.
E assim começamos mais um Ano Novo,
Um dia que nasce, um primeiro passo, um longo caminho,
Um desafio, uma oportunidade e um pensamento:
“Que nesse ano sejamos, Todos, Muito Felizes!”
Cris Pinheiro
O calendário mudará e chegará um novo ano. Mas isso não significa nada, a não ser a contagem do tempo: o ser humano precisa de datas, para uma localização histórica da civilização e a gente toma emprestado esse divisor e aproveita para vibrar uma energia boa e do bem, no desejo de mudança, de crescimento e de felicidade.
Mas não basta o desejo de um para o outro, ainda que isso já seja sinal de evolução (quando há sinceridade!), porque só acontecerá esse movimento desejado, individual e coletivo, quando cada um e todos saírem da sua zona de conforto e se esforçarem para "conquistar", seja lá o que quiserem - e tomara que haja a vontade de transformação íntima de ser melhor, na intenção de viver de forma integrada com todas as pessoas, com o meio ambiente, com o Planeta, com o Universo.
Venha 2013! Que possamos conhecer mais, aprender mais, crescer mais e ser ainda mais felizes!
Selma Regina de Moraes
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
''MAIS UM DIA''
Devemos colecionar os domingos
e escondê-los entre páginas
devemos aprender do seu silêncio
suas mudas preces
E entenderemos que mesmo a música
e escondê-los entre páginas
devemos aprender do seu silêncio
suas mudas preces
E entenderemos que mesmo a música
em sua muda forma transborda de
silêncios
E as cores que acaso
formam o azul, se dissipam
e se juntam neste movimento
de armar o domingo
domar os domingos
dever dos poetas.
Pena que não temos o laço.
Pena que não somos os lagos
Pena que emudecemos, nesta linda
Sinfonia.
Georgio Rios
silêncios
E as cores que acaso
formam o azul, se dissipam
e se juntam neste movimento
de armar o domingo
domar os domingos
dever dos poetas.
Pena que não temos o laço.
Pena que não somos os lagos
Pena que emudecemos, nesta linda
Sinfonia.
Georgio Rios
''AS LUZES''
Descolorindo a tarde
Abrindo as portas da noite
E liberando as estrelas em rebanhos líquidos
De luzes.
Não posso olhar sem impregnar
As lembranças de fotografias e imagens
Retorcidas, no aço das lâmpadas
Nas ácidas incursões da estante
De livros quando a lâmpada se ascende
Ascende-se um fio de sonhos e uma coberta de imaginações
As páginas dão conta dos fatos que em vão vivemos, que deveríamos ter posto a prova.
As palavras não ditas inclinam aos olhos cansados, uma multidão de imagens baças em
prontidão com os elementos invisíveis que infestam as nossas cansadas pálpebras...
A pequena estrela
É a porta e a chave
Para as pequenas
E infinitas coisas
Que juntamos
Que perdemos
Ao nos olhar
sem pressa, para a vasta planície deserta do espelho.
Não há uma formula para o desconhecido
O secreto que há em cada palavra
Ativa o homem que se esconde a cada página virada.
Georgio Rios
Não posso olhar sem impregnar
As lembranças de fotografias e imagens
Retorcidas, no aço das lâmpadas
Nas ácidas incursões da estante
De livros quando a lâmpada se ascende
Ascende-se um fio de sonhos e uma coberta de imaginações
As páginas dão conta dos fatos que em vão vivemos, que deveríamos ter posto a prova.
As palavras não ditas inclinam aos olhos cansados, uma multidão de imagens baças em
prontidão com os elementos invisíveis que infestam as nossas cansadas pálpebras...
A pequena estrela
É a porta e a chave
Para as pequenas
E infinitas coisas
Que juntamos
Que perdemos
Ao nos olhar
sem pressa, para a vasta planície deserta do espelho.
Não há uma formula para o desconhecido
O secreto que há em cada palavra
Ativa o homem que se esconde a cada página virada.
Georgio Rios
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
"Conquista"
Joguei o laço,
ajustei o nó;
apertei o espaço
e segurei o tempo.
Onde e quando
agora não existem.
Basto-me eu só,
na insistência em viver...
Adélia Maria Woellner
do livro “Infinito em Mim”
ajustei o nó;
apertei o espaço
e segurei o tempo.
Onde e quando
agora não existem.
Basto-me eu só,
na insistência em viver...
Adélia Maria Woellner
do livro “Infinito em Mim”
domingo, 11 de novembro de 2012
''(In)versus''
Quanto mais escancaras
teu íntimo de vidro
quanto mais descortinas
o avesso dos sentidos
mais o que revelas
deixas escondido.
Carlos Machado,
in Pássaro de Vidro
deixas escondido.
Carlos Machado,
in Pássaro de Vidro
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
''Trajetória de Vidas''
Bem te conheço
nos passos da vida!
Ensina-me o que não vejo,
refaça em saudades
o amor que retarda chegar
aos lençóis amarrotados do tempo
Disfarce a marca do silêncio
indevido da ausência,
no ruir do olhar raso de amor
Traga-me a espera doce
do encontro de nossas almas,
dissipadas em luzes
que não se propagam nos sons
de minhas tormentas
Conceição Bentes
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quinta-feira, 14 de março de 2013
''RIOS''
Rios de minh’alma
Caudalosos de amor,
Correntezas sem calma
Descolorindo-se
Às vezes em dor!
Nascentes tão puras,
Despejam venturas
Após desventuras,
Naufrágios de Amor!
Ontem turbulentos,
Hoje venturosos,
Amanhã silenciosos
...águas de sangue
...águas de luz!
Rios de minh’alma:
- desviastes tantos cursos
Buscando margens seguras ..!
Repousastes
Num eterno espraiar ...,
Alvina Nunes Tzovenos
in 'Sonhos e vivencias'
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Alvina Nunes Tzovenos
''A VIDA TEM CORES''
A vida tem cores
Nas cores da vida,
Em aquarela tingida
... desenha luz e som !
A vida tem cores
No beijo dos pássaros, num adeus sem perfumes
... no pólen da flores!
A vida tem cores
Numa palavra amarga,
Num céu muito amplo
... presença que tarda!
A vida tem cores
Num abraço amoroso
Num sorriso que chega
... num crepúsculo cheiroso!
A vida tem cores
Nos sonhos vividos,
Nos mares inquietos
... nos encontros perdidos!
A vida tem muitas e muitas cores,
As que ninguém pode ver,
Quando minh’alma chora e ri
Pela felicidade
Que eu posso conter!
A vida tem cores
Mesmo num coração morto!
Alvina Nunes Tzovenos
de "Sonhos e vivencias"
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Alvina Nunes Tzovenos
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
'SENSAÇÕES¨'
Sensações de tristeza ou de alegria,
dá-no-las a Alma, como ideal produto
das impressões vitais de cada dia
engalanado em luz, sombreado em luto.
Pode o Espírito estar tranquilo e enxuto:
mas, se os olhos se inquietam, à porfia,
a lágrima, que esponta, é já o fruto
das sensações... É o coração que expia...
E, ao transcorrer desse diamante bruto,
a Vida, toda, se consubstancia,
tal, um século, às vezes, num minuto!
Ilumina-se, assim, a Alma sombria:
— o que sinto, olho, gosto, palpo, escuto...
— sensações de tristeza ou de alegria...
[Hermes Fontes]
(Tela de EDOUARD FREDERIC WILHELM RICHTER)
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Hermes Fontes
sábado, 19 de janeiro de 2013
''Depois de tudo''
Mas tudo passou tão depressa
Não consigo dormir agora.
Nunca o silêncio gritou tanto
Nas ruas da minha memória.
Como agarrar líquido o tempo
Que pelos vãos dos dedos flui?
Meu coração é hoje um pássaro
Pousado na árvore que eu fui.
Cassiano Ricardo
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Cassiano Ricado
''Ficaram-me as penas''
"O pássaro fugiu, ficaram-me as penas
da sua asa, nas mãos encantadas.
Mas, que é a vida, afinal? Um vôo, apenas.
Uma lembrança e outros pequenos nadas.
Passou o vento mau, entre açucenas,
deixou-me só corolas arrancadas...
Despedem-se de mim glorias terrenas.
Fica-me aos pés a poeira das estradas.
A água correu veloz, fica-me a espuma.
Só o tempo não me deixa coisa alguma
até que da própria alma me despoje!
Desfolhados os últimos segredos,
quero agarrar a vida, que me foge,
vão-se-me as horas pelos vãos dos dedos."
Cassiano Ricardo
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Cassiano Ricado
'Relógio'
Diante de coisa tão doida
conservemo-nos serenos
cada minuto de vida
Nunca é mais, é sempre menos
Ser é apenas uma face
do não ser, e não do ser
Desde o instante em que nasce
Já se começa a morrer.
Cassiano Ricardo
Marcadores:
Cassiano Ricado
CÍRCULO VICIOSO
Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume:
"Quem me dera que fosse aquela loura estrela,
Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!"
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:
"Pudesse eu copiar o transparente lume,
Que, da grega coluna à gótica janela,
Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!"
Mas a lua, fitando o sol, com azedume:
"Mísera! tivesse eu aquela enorme, aquela
Claridade imortal, que toda a luz resume!"
Mas o sol, inclinando a rútila capela:
"Pesa-me esta brilhante auréola de nume...
Enfara-me esta azul e desmedida umbela...
Por que não nasci eu um simples vaga-lume?"
Machado de Assis
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Machado de Assis
''O BEATA SOLITUDO...''
Amada solidão, silêncio amigo,
Vosso convívio me é tão grato e ameno
Que, voluntariamente, me condeno
A viver só, para vos ter comigo.
Alheio ao mundo, como um poeta antigo,
Noto, isolado, que ao mais leve aceno,
Me vêm, em ronda, ao espírito sereno
As ideias e imagens que persigo...
Solidão! vem de ti o êxtase infindo
Em que sinto, em constantes primaveras,
Meu ser a natureza refletindo...
Silêncio! enchendo o espaço onde me esperas,
Sonho, como Pitágoras, ouvindo
A harmonia divina das esferas.
Da Costa e Silva
de Poesia Completa
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Da Costa e Silva
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Que nesse ano possamos sonhar,
E acreditar, de coração, que podemos realizar cada um de nossos sonhos,
Que esses sonhos possam ser compartilhados pelo bem,
E que eles tenham força de transformar velhos inimigos em novos amigos verdadeiros,
Que nesse ano possamos abraçar,
E repartir calor e carinho,
Que isso não seja um ato de um momento,
Mas a história de uma vida.
Que nesse ano possamos beijar,
E com os olhos fechados, tocar o sabor da alma,
Que tenhamos tempo para sentir toda a beleza da vida,
E que saibamos senti-la em cada coisa simples,
Que nesse ano possamos sorrir,
E contagiar a todos com uma alegria verdadeira,
Que não sejam necessárias grandes justificativas para nosso sorriso,
Apenas a brisa do viver,
Que nesse ano possamos cantar,
E dizer coisas da vida,
Que não sejam apenas músicas e letras,
Mas que sejam canções e sentimentos,
Que nesse ano possamos agradecer,
E expressar a Deus e a todos: “Muito Obrigado!”,
Que nesse “todos” não sejam incluídos apenas os amigos,
Mas também aqueles que, nos colocando dificuldades, nos deram oportunidades de sermos melhores.
E assim começamos mais um Ano Novo,
Um dia que nasce, um primeiro passo, um longo caminho,
Um desafio, uma oportunidade e um pensamento:
“Que nesse ano sejamos, Todos, Muito Felizes!”
Cris Pinheiro
E acreditar, de coração, que podemos realizar cada um de nossos sonhos,
Que esses sonhos possam ser compartilhados pelo bem,
E que eles tenham força de transformar velhos inimigos em novos amigos verdadeiros,
Que nesse ano possamos abraçar,
E repartir calor e carinho,
Que isso não seja um ato de um momento,
Mas a história de uma vida.
Que nesse ano possamos beijar,
E com os olhos fechados, tocar o sabor da alma,
Que tenhamos tempo para sentir toda a beleza da vida,
E que saibamos senti-la em cada coisa simples,
Que nesse ano possamos sorrir,
E contagiar a todos com uma alegria verdadeira,
Que não sejam necessárias grandes justificativas para nosso sorriso,
Apenas a brisa do viver,
Que nesse ano possamos cantar,
E dizer coisas da vida,
Que não sejam apenas músicas e letras,
Mas que sejam canções e sentimentos,
Que nesse ano possamos agradecer,
E expressar a Deus e a todos: “Muito Obrigado!”,
Que nesse “todos” não sejam incluídos apenas os amigos,
Mas também aqueles que, nos colocando dificuldades, nos deram oportunidades de sermos melhores.
E assim começamos mais um Ano Novo,
Um dia que nasce, um primeiro passo, um longo caminho,
Um desafio, uma oportunidade e um pensamento:
“Que nesse ano sejamos, Todos, Muito Felizes!”
Cris Pinheiro
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O calendário mudará e chegará um novo ano. Mas isso não significa nada, a não ser a contagem do tempo: o ser humano precisa de datas, para uma localização histórica da civilização e a gente toma emprestado esse divisor e aproveita para vibrar uma energia boa e do bem, no desejo de mudança, de crescimento e de felicidade.
Mas não basta o desejo de um para o outro, ainda que isso já seja sinal de evolução (quando há sinceridade!), porque só acontecerá esse movimento desejado, individual e coletivo, quando cada um e todos saírem da sua zona de conforto e se esforçarem para "conquistar", seja lá o que quiserem - e tomara que haja a vontade de transformação íntima de ser melhor, na intenção de viver de forma integrada com todas as pessoas, com o meio ambiente, com o Planeta, com o Universo.
Venha 2013! Que possamos conhecer mais, aprender mais, crescer mais e ser ainda mais felizes!
Selma Regina de Moraes
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
''MAIS UM DIA''
Devemos colecionar os domingos
e escondê-los entre páginas
devemos aprender do seu silêncio
suas mudas preces
E entenderemos que mesmo a música
e escondê-los entre páginas
devemos aprender do seu silêncio
suas mudas preces
E entenderemos que mesmo a música
em sua muda forma transborda de
silêncios
E as cores que acaso
formam o azul, se dissipam
e se juntam neste movimento
de armar o domingo
domar os domingos
dever dos poetas.
Pena que não temos o laço.
Pena que não somos os lagos
Pena que emudecemos, nesta linda
Sinfonia.
Georgio Rios
silêncios
E as cores que acaso
formam o azul, se dissipam
e se juntam neste movimento
de armar o domingo
domar os domingos
dever dos poetas.
Pena que não temos o laço.
Pena que não somos os lagos
Pena que emudecemos, nesta linda
Sinfonia.
Georgio Rios
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Georgio Rios
''AS LUZES''
Descolorindo a tarde
Abrindo as portas da noite
E liberando as estrelas em rebanhos líquidos
De luzes.
Não posso olhar sem impregnar
As lembranças de fotografias e imagens
Retorcidas, no aço das lâmpadas
Nas ácidas incursões da estante
De livros quando a lâmpada se ascende
Ascende-se um fio de sonhos e uma coberta de imaginações
As páginas dão conta dos fatos que em vão vivemos, que deveríamos ter posto a prova.
As palavras não ditas inclinam aos olhos cansados, uma multidão de imagens baças em
prontidão com os elementos invisíveis que infestam as nossas cansadas pálpebras...
A pequena estrela
É a porta e a chave
Para as pequenas
E infinitas coisas
Que juntamos
Que perdemos
Ao nos olhar
sem pressa, para a vasta planície deserta do espelho.
Não há uma formula para o desconhecido
O secreto que há em cada palavra
Ativa o homem que se esconde a cada página virada.
Georgio Rios
Não posso olhar sem impregnar
As lembranças de fotografias e imagens
Retorcidas, no aço das lâmpadas
Nas ácidas incursões da estante
De livros quando a lâmpada se ascende
Ascende-se um fio de sonhos e uma coberta de imaginações
As páginas dão conta dos fatos que em vão vivemos, que deveríamos ter posto a prova.
As palavras não ditas inclinam aos olhos cansados, uma multidão de imagens baças em
prontidão com os elementos invisíveis que infestam as nossas cansadas pálpebras...
A pequena estrela
É a porta e a chave
Para as pequenas
E infinitas coisas
Que juntamos
Que perdemos
Ao nos olhar
sem pressa, para a vasta planície deserta do espelho.
Não há uma formula para o desconhecido
O secreto que há em cada palavra
Ativa o homem que se esconde a cada página virada.
Georgio Rios
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Georgio Rios
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
"Conquista"
Joguei o laço,
ajustei o nó;
apertei o espaço
e segurei o tempo.
Onde e quando
agora não existem.
Basto-me eu só,
na insistência em viver...
Adélia Maria Woellner
do livro “Infinito em Mim”
ajustei o nó;
apertei o espaço
e segurei o tempo.
Onde e quando
agora não existem.
Basto-me eu só,
na insistência em viver...
Adélia Maria Woellner
do livro “Infinito em Mim”
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Adélia Maria Woellner
domingo, 11 de novembro de 2012
''(In)versus''
Quanto mais escancaras
teu íntimo de vidro
quanto mais descortinas
o avesso dos sentidos
mais o que revelas
deixas escondido.
Carlos Machado,
in Pássaro de Vidro
deixas escondido.
Carlos Machado,
in Pássaro de Vidro
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Carlos Machado
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
''Trajetória de Vidas''
Bem te conheço
nos passos da vida!
Ensina-me o que não vejo,
refaça em saudades
o amor que retarda chegar
aos lençóis amarrotados do tempo
Disfarce a marca do silêncio
indevido da ausência,
no ruir do olhar raso de amor
Traga-me a espera doce
do encontro de nossas almas,
dissipadas em luzes
que não se propagam nos sons
de minhas tormentas
Conceição Bentes
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